Região leste de Erechim consolida-se como polo de investimentos públicos e privados

Nos últimos seis anos, a região leste de Erechim tem se destacado como o principal polo de crescimento da cidade, concentrando os maiores investimentos municipais, estaduais, federais e privados. Esse protagonismo é impulsionado pelo potencial de expansão da área, tanto no setor industrial quanto no residencial.

O desenvolvimento dessa região está concentrado, principalmente, nas áreas próximas aos dois distritos industriais do município. No primeiro distrito, a implantação da quarta etapa atraiu grandes empresas dos setores de distribuição de medicamentos, alimentos, logística e indústrias de pré-moldados. Atualmente, a região recebe um dos maiores investimentos da cidade: a construção do Centro de Distribuição (CD) e do centro administrativo da rede Master. Paralelamente, o setor imobiliário também vive uma fase de grande expansão, com o surgimento de novos condomínios e empreendimentos residenciais.

Já na saída para Santa Catarina, via BR-153, a região recebeu aportes significativos de empresas como Plaxmetal, Vaccaro e Pilli. Além disso, o distrito industrial Giácomo Madalozzo já conta com 29 empresas instaladas ou em fase de instalação. A infraestrutura local também foi reforçada com a construção de um dos maiores trevos viários da região Norte do estado, viabilizado com recursos federais. Somado a isso, está em andamento a criação do distrito industrial voltado a micro e pequenas empresas, que deverá abrigar mais de 30 novos empreendimentos.

As obras na Rua Júlio Anzanello, que liga o centro de Erechim à BR-153, avançam com um investimento milionário realizado em parceria entre o Governo do Estado e a Prefeitura. Às margens da via, está em fase de instalação um complexo de loteamentos com aproximadamente três mil unidades, além de um grande parque de lazer.

Para os próximos meses, deve ter início a construção de uma via paralela ao trevo que passa pela Vaccaro, estendendo-se até o Distrito Industrial das micro e pequenas empresas, nas proximidades da Pilli. O projeto contará com um aporte superior a R$ 5 milhões, também fruto de recursos estaduais e municipais.

 

Por Egidio Lazzarotto