Faltando apenas 15 dias para as eleições para deputado, senador, governador e presidente, percebe-se um nítido desinteresse do eleitor. Por mais que os políticos que ocupam cargos nos governos, em todas as esferas, se esforcem, o eleitor erechinense parece não estar engajado e, segundo as informações da imprensa nacional, isso vem acontecendo em todo o país.
Apesar de nossas avenidas estarem repletas de wind banners, essa estratégia não tem conseguido empolgar o eleitorado local.
Durante o Acampamento Farroupilha, conversei com muita gente, até porque estava fazendo a cobertura para a Rádio 98 FM, e praticamente ninguém falava de eleição. Ouvi muito mais sobre o STF, quem será o sucessor do prefeito Polis e o risco de rebaixamento de Grêmio e Internacional do que o pleito eleitoral.
O desencanto com a política brasileira é tão grande que corremos o risco de eleger alguns “Tiriricas” da vida e passarmos quatro anos lamentando. Tive acesso a várias enquetes locais e todas trazem o mesmo sentimento de um certo desânimo com a política nacional. Mas, quando o assunto é a sucessão municipal, o cenário muda completamente.
Por Egidio Lazzarotto
