O erechinense vota neste domingo, 25 de outubro, para definir o próximo presidente da República em segundo turno. São 79.130 eleitores aptos, distribuídos em 245 seções eleitorais, com atendimento das 8h às 17h. A disputa está restrita a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flavio Bolsonaro (PL). Quem não votou no primeiro turno pode comparecer, desde que a situação eleitoral esteja regular.
O município chega ao pleito carregando o número que marcou a primeira etapa. Em 4 de outubro, 64.734 eleitores compareceram — 81,81% do total — e 14.396 não votaram, o equivalente a 18,19% de abstenção, segundo o TSE e o TRE-RS, com as 245 seções totalizadas.
Erechim ficou abaixo das duas referências. No Rio Grande do Sul, a abstenção chegou a 21,35%, com 1.819.041 ausentes entre 8.526.233 aptos. No Brasil, 33.396.939 eleitores não foram às urnas, ou 21,07% dos 158.745.463 aptos. A diferença é de 3,16 pontos percentuais em relação ao estado e de 2,88 pontos em relação ao país.
O país registrou a maior abstenção em eleições gerais desde 1998. Em 2022, o índice havia sido de 20,95%; no RS, de 19,78%. A série de Erechim subiu menos: de 17,8% para 18,19%, alta de 0,4 ponto. O eleitorado municipal, porém, encolheu 1.056 eleitores em quatro anos — eram 80.186, são 79.130.
Para presidente, a cidade produziu 62.472 votos válidos, com 1.151 brancos (1,78%) e 1.111 nulos (1,72%). Somados, 3,5% dos presentes não escolheram nenhum nome.
Quem faltou ao 1º turno tem até 3 de dezembro para justificar; a ausência no 2º turno pode ser justificada até 8 de janeiro de 2027. Cada turno é tratado como eleição independente.
Foto: Matheus Weschenfelder
