Visitas constantes marcam o feriado nos cemitérios Pio XII, Jardim da Saudade e Santa Cruz; prevenção à dengue e homenagens se destacam entre os visitantes. A manhã desta segunda-feira, 2 de novembro, é de sol entre nuvens em Erechim. O movimento é considerado intenso desde cedo.
No Cemitério Municipal Pio XII, localizado no final da Avenida 15 de Novembro, a movimentação de familiares e amigos é constante. O trânsito nas quadras próximas exige atenção, com a presença da Guarda Municipal de Trânsito, que orienta os motoristas. Nas calçadas, ambulantes comercializam flores, velas e água, enquanto grupos religiosos oferecem orações e bênçãos aos que chegam.
Entre flores, velas e preces, moradores de Erechim compartilham o significado da data: mais do que luto, um exercício de saudade e gratidão. Famílias se reúnem junto aos jazigos, depositam flores sobre as lápides e renovam memórias em meio a breves orações.
A administração municipal reforça orientações aos visitantes sobre a prevenção da dengue. A recomendação é evitar deixar recipientes que possam acumular água, preencher vasos com areia e retirar as embalagens plásticas das flores antes de depositá-las nas sepulturas.
A movimentação também é significativa no Cemitério Jardim da Saudade, na Rua Espírito Santo, e no Cemitério Municipal Santa Cruz, no Bairro Presidente Vargas. Em todos eles, o cenário se repete: famílias reunidas, flores depositadas sobre as lápides e o silêncio interrompido por breves orações.
Para quem passa o dia nos cemitérios, Finados não é apenas uma data no calendário. É o momento em que a saudade ganha forma e a memória se renova entre um vaso de flores e uma prece silenciosa.
Por: Jornalismo 98
